Esses depoimentos têm a finalidade de ilustrar os casos mais comuns, pitorescos e surpreendentes em nossa atuação na odontopediatria.
Alguns descrevem condutas, outros, a transcrevem as palavras dos pais, nas mais diversas situações, desde momentos que retratam o sofrimento e desabafo durante a consulta, até manifestações de grande alegria, surpresa e alívio.
Eles evidenciam situações com as quais você possivelmente irá se identificar.
E trazem em si a possibilidade de superação.
Por outro lado, julgamos também interessante mostrar a condução de tratamentos completamente inusitados para a grande maioria. Representam, portanto, a abertura de novas possibilidades para seu filho e para toda a família.
Para evitar exposição desnecessária e garantir a expressão plena de intensas emoções, pedimos autorização aos autores, mostramos a eles as palavras transcritas e passamos a chamá-los apenas por iniciais.
Criamos assim um espaço vivo, dinâmico, em que você poderá “espiar” e identificar-se ao mesmo tempo. E ter esperança.
Boa leitura!
Relato de um paciente que passou por quatro profissionais
A.M.S. passou em consulta por causa de seu filho G.B.S. de 3 anos e 3 meses, com o seguinte histórico:
A mãe percebeu uma pequena mancha branca, que achava que não era cárie à princípio ou era muito pequena, mas o fato é que a dentista disse que o paciente era muito pequeno e que não iria colaborar. Disse que “ela não conseguiria tratar dele.”
Sugeriu que a mãe o levasse a seu dentista, “para ir acostumando”.
A segunda profissional, disse que teria que “conversar” com ele, e disso não passou, pois por mais que se conversasse com ele, ele não parava, não ficava quieto e não deixava tratar.
A terceira profissional disse: “Vamos ter que fazer a força. E você terá que trazer umas 4 a 5 pessoas para ajudar a segurá-lo”.
A quarta profissional disse que trataria, “ mas que teria que deitar sobre a criança, o que foi feito, mas não sei se ficou bem tratado, pois uma parte do tratamento caiu, quebrou dente… Ela fez meio que uns remendos, ficou uma coisa grosseira e então quebrou tudo. Achei que apesar disso, seria só esperar os dentes caírem, que esse tratamento iria agüentar. Mas agora ele sente dor no dente cujo canal foi tratado e só de comer banana, já reclama.”
O sentimento básico em que essa mãe se encontrava, era o de insegurança e desconforto por não ter conseguido resolver a questão do hábito da mamadeira noturna.
Parece familiar?
Qual então seria então a esperança para esse caso?
NO PRIMEIRO RETORNO PARA PROFILAXIA:
Ao final do procedimento, coroado de pleno êxito, a mamãe nos deu um presente:
“Bom doutora, agora o melhor de tudo, uma surpresa: tirei a mamadeira já no primeiro dia, após nossa conversa. Sem problemas, mais fácil do que eu imaginava.”
Leia os artigos do site, que certamente, encontrará muitas respostas.
Relato de tratamento de condutos (tratamento de canais em criança de 5 anos de idade)
“Em primeira consulta com a Dra. Carmem, ela me disse que meu filho precisaria fazer tratamento de canal, e fiquei apavorada, visto que por experiência própria sei que é um tratamento demorado e muito dolorido.
Quando chegou o dia do tratamento de canal já fiquei preocupada com a anestesia, mas correu tudo bem. Ele não reclamou da anestesia e nem do tratamento.
Tive a oportunidade de ver a Dra. Carmem limpando os canais e ele estava super tranqüilo.
Fiquei satisfeita em saber que não vai ser penoso para ele como eu esperava.”



