• Dra. Carmem

A busca da mamãe Sabrina, desde a Bahia até São Paulo

Atualizado: 17 de Set de 2019

Mamães e papais.


Transcrevo um relato que poderia ser considerado um padrão do que encontro diariamente. Ele serve como referência aos questionamentos de centenas de mães que nos escrevem, de todos os estados do Brasil e do exterior. Portanto, se você tem dúvidas quanto ao tratamento dentário de cáries em bebês, leia atentamente. O caso de seu bebê pode ter solução!

Meu nome é Sabrina, sou do Rio Grande do sul, e moro atualmente em Camaçari, Bahia.

O que me incentivou a escrever minha estória de dificuldades para achar tratamento para meu bebê, foi a esperança que encontrei para o caso de meu filho de 1 ano e cinco meses, depois de ter lido todos os relatos do site e visto todas as fotos.

Gostaria que todas as mães que estejam sentindo o que senti, ou seja, total desesperança, encontrassem conforto e a certeza de que o caso de seu bebê com cáries tem solução. Liguei para mais de 10 dentistas que diziam que o caso de meu filho não tinha solução. Fui finalmente a uma dentista, que ao examiná-lo, deu o mesmo diagnóstico: sem tratamento possível. A única coisa que aconselhavam era passar flúor de 3 em 3 meses (“não tem procedimento para os dentes dele”), esperando que as cáries não aumentassem e os dentes caíssem. Eu sou leiga, mas não podia crer nisso!!!

Como os dentes de leite poderiam permanecer na boca até 12 anos, quando a troca de dentição estaria completa? Se ele já sentia dor, como seria depois de tantos anos?(veja mais sobre a Dentição de leite) Achava isso uma situação impossível de manter, e fui atrás de uma solução para meu amado, lindo bebê.

Fiquei nesta luta de esperança e busca de solução para as cáries de meu bebê, o que piorou ainda mais a situação. Visivelmente.


Ele mamava no peito na época, e o problema aprendi com Dra. Carmem, não foi a amamentação, mas o fato de eu não higienizar os dentes dele depois. Só que ele dormia mamando, mamava o dia todo, de 5 a 6 vezes durante a noite…

Ele mamou desta maneira até 1 ano e 3 meses. E eu não higienizava depois.

Eu comecei a seguir as sugestões das dentistas, mas mesmo assim as cáries progrediam rapidamente. Eu estava cada vez mais desesperada. Eu não aceitava que esperar seria a única solução para meu amado bebê. Fiquei 15 dias no sul, e os dias que passei lá foram suficientes para eu ver o dentinho lateral esfarelar.

Em Salvador, busquei várias clínicas e ofereceram a possibilidade de tratamento com anestesia geral ou sedação, mas não era o que gostaríamos para nosso bebê. Quando encontrei o site da Clinica Amai, li TODOS OS RELATOS E ARTIGOS. VI TODAS AS FOTOS. Foi isso que me encorajou, pois percebi que o caso de meu filho não era o único e que tinha solução. Resolvi vir até São Paulo, depois de falar inúmeras vezes com a secretária, para ficar segura e me certificar de como seria o tratamento.

As consultas de tratamento foram mais rápidas do que eu imaginava. Bryan chorava, mas por ter que ficar no mesmo lugar. Eu tive certeza que não chorava de dor. Ele recebia anestesia local, de acordo com a técnica da Dra. Carmem, e eu fiquei bem tranquila e segura. Segui todas as sugestões, colaborando com o atendimento. ELE ATÉ CHEGOU A DORMIR, IMAGINEM SÓ!!!!!

O que mais me confortava, é que ele sempre saiu bem das consultas. Brincava o restante do dia, comia e dormia normalmente, sorria, conversava e ria bastante. Anteriormente, ele tomava muito líquido e menos sólidos, e isso começou a mudar logo de cara. Parece que ele sentia dor, e eu não percebia.

Tudo o que ocorreu com meu bebê, todas as cáries foram por falta de informação. Eu já tinha 3 filhos, e isso não havia ocorrido com os outros. Passe por uma primeira consulta para receber orientações antes de ter problemas como eu tive.


Foto feita após o tratamento.

Se seu bebê já tem cáries de mamadeira, ou por qualquer outro motivo, vá atrás de solução. Ficar preocupada não resolve, aja rapidamente.

E boa sorte!

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@ Hope Agencia